Marrubium vulgare
Marroio-branco, marroio-comum, erva-virgem, homem-bom: esta pequena vivaz, de folhagem enrugada e lanosa, quase prateada, estava outrora presente em todos os jardins rurais, antes de cair em desuso. O seu porte faz lembrar o da hortelã, e o seu perfume evoca o tomilho: uma planta discreta que merece voltar a ser apreciada.
Características:
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Folhagem lanosa: folhas enrugadas cobertas por uma penugem esbranquiçada, muito decorativas e de aspeto prateado.
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Vivaz robusta: excelente resistência tanto ao frio como à seca, ideal para jardins difíceis.
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Melífera: os seus verticilos de pequenas flores brancas atraem muito eficazmente as abelhas.
Conselhos de sementeira:
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Exposição: sol pleno; aprecia o calor e a luz.
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Solo: pobre, seco, pedregoso e bem drenado — é uma planta de terrenos baldios e bermas de caminhos, prosperando onde poucas coisas vingam. Acima de tudo, teme a humidade estagnada. Não adicione composto: um solo pobre concentra os seus aromas e reforça a sua folhagem prateada.
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Método: semear na primavera, à superfície, pois as sementes precisam de luz para germinar, em vaso ou diretamente no local definitivo. Não é necessário deixar de molho nem fazer estratificação. Consulte como semear as suas sementes.
Conselhos de plantação:
- Transplante para uma bordadura, jardim de pedras ou canteiro de aromáticas, deixando 40 cm entre plantas. Cultiva-se muito bem em vaso, uma boa opção para espaços pequenos.
Conselhos de manutenção:
- Praticamente nenhuns. Corte a touça no final do inverno para a manter compacta. Depois de instalada, não necessita de rega.
Associações benéficas:
Interesse para a biodiversidade:
- Muito apreciada pelas abelhas, produz néctar abundante durante um longo período estival.
- A sua folhagem persistente e lanosa oferece abrigo de inverno a pequenos insetos auxiliares.
- A sua resistência à seca torna-a uma boa candidata para jardins que poupam água.
Utilização:
- As suas folhas aromáticas, muito amargas, devem ser utilizadas com moderação em infusão. Planta medicinal tradicional das zonas rurais europeias. Consulte as nossas plantas medicinais para semear.
- Em chorume, para o jardim.
Colher as suas próprias sementes:
Deixe os verticilos secarem completamente na planta até ficarem castanhos e, depois, sacuda os caules sobre um recipiente: as pequenas sementes ficam no fundo dos cálices espinhosos. Manuseie com luvas, pois os cálices picam. Consulte como conservar as suas sementes.
Compromisso com a Qualidade: na SemiSauvage - Permaculture, cultivamos e selecionamos as nossas sementes tendo o respeito pela vida como princípio orientador. Instalados junto aos Vulcões de Auvergne, escolhemos variedades reprodutíveis e não híbridas, testadas quanto à taxa de germinação, selecionadas e embaladas com cuidado, sem qualquer tratamento químico. A nossa convicção: devolver aos jardineiros a capacidade de voltar a semear, ano após ano, sementes que lhes pertencem verdadeiramente.
Redescubra uma aromática esquecida dos jardins rurais com estas sementes de marroio-branco.